sexta-feira, 16 de abril de 2010




Já não sei qual é o caminho de volta à tua ternura.

Quando tinhas canções no fundo do mar dos teus olhos.
Quando, definitivamente, eu existia no teu olhar.



 

11 comentários:

Sandra disse...

um poema em três frases.

Adorei.

Bom fim de semana para ti. :)

quanto pesa o vento? disse...

que lindo!
abraço.

Carlos disse...

Lindo Cláudia. Como sempre, mesmo com pouquinhas palavras, consegues transmitir um mundo de emoções.
Lindo.

Beijo para ti.

Gothicum disse...

posso entrar?


sinceramente adorei a tua escrita!


abraço

Daniel Aladiah disse...

Querida Cláudia
Nostálgico... nostálgica... talvez saudade.
Um beijo
Daniel

Krait Bungarus disse...

Não me atreveria a pincelar minhas cores numa obra magnifica. Mas sinto o gosto doce do seu poema como apenas a ponta de algo que poderia se extender entre linhas e sentimentos distintos, e se tornar a sua Capela Sistina.

Deixo o meu convite a este tango que não se dança solitário.

Krait Bungarus disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sara S. disse...

Mas talvez ele ainda exista, talvez só falte dar o passo certo. Beijinhos

marta filipa disse...

Cláudia, já estou a tratar da situação das fotografias :)

marta filipa disse...

Ora essa, muito obrigada :)

zkDiniz disse...

...Confundem-se com teu olhar todos os paraísos que na minha mente Jazem esquecidos...

Voce escreve muito.